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29 de out. de 2012
Eternal light - Libera
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14 de nov. de 2011
Gregorian - O milagre do amor
Gregorian é um grupo de vocais masculinos que fazem uma releitura do canto gregoriano, tipo clássico de música sacra da igreja cristã muito comum na idade média (Aliás, a gente já viu por aqui esse estilo musical nas vozes dos garotos do Libera Boys Choir, da Igreja Anglicana). A releitura que o Gregorian faz é a adaptação de músicas seculares (pop/rock/baladas românticas) dentro do estilo monódico (uníssono), sem predominância ou divisão de vozes (tenor, barítono, baixo), típica do canto gregoriano. Mais história sobre esse tipo de música sacra pode ser vista aqui. No vídeo a seguir, o grupo faz uma interpretação de arrepiar em estilo gregoriano do clássico do duo pop britânico que fez muito sucesso na década de 1980, o Eurythmics. A música é "Miracle of love" (o milagre do amor) e penso que vale a pena ser ouvida.
Não deixem de conferir também o site oficial do Gregorian: http://www.gregorian.de/
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31 de dez. de 2010
Feliz 2011
Encerrando a última postagem do ano, louvemos e agradeçamos a Deus por mais um ano que nos foi dado e conservemos diante do Senhor uma atitude de gratidão, tanto na prosperidade quanto na adversidade, pois o apóstolo Paulo já recomendava em I Tessalonicenses 5:18: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco". Na prosperidade, porque sabemos que todas as bênçãos vêm de Deus; na adversidade, porque sabemos que Deus pode tirar algo bom de algo mau - uma bênção a partir de algo que parece maldição (ver Neemias 13:2). Além disso, o mesmo apóstolo nos fala que "tudo colabora para o bem daqueles que amam a Deus" (Romanos 8:18). Não percamos de vista a perspectiva de que Deus pode usar a nós, mesmo sendo vasos imperfeitos, para cumprir os seus propósitos justos e misericordiosos neste mundo. E junto com seus propósitos, abençoar a nós e aqueles que estão ao nosso derredor.
O vídeo para último dia do ano é Carol of the Bells (Canção dos Sinos), cuja história já foi postada um ano atrás e pode ser relembrada aqui. Trago primeiro a versão ao piano de George Winston, mais melódica e até melancólica, porém não menos interessante do que a versão mais vibrante e alegre do Brooklyn Tabernacle Choir (Coral do Tabernáculo do Brooklyn), também já postada aqui um ano atrás, mas a qual posto novamente por ser uma das melhores versões que encontrei de Carol of the Bells. A todos, um feliz 2011 repleto da presença do Senhor e de suas muitas bençãos.
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30 de dez. de 2010
Oh Holy Night 4
Encerrando a série de versões e interpretações de O Holy Night, trago hoje a versão gospel com um toque instrumental na segunda parte da música pelo Gospel Choir of Lousiana (Coral Gospel da Louisiana) ; a versão soul romântica de Al Green, de 1983; e enfim, o HillSong, aclamado banda/grupo cristão internacional dá um tom pop rock melódico à O Holy Night. Criei uma playlist com as 38 versões que eu consegui reunir no YouTube, incluindo as que postei esta semana, e que vocês podem acessar clicando aqui.
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28 de dez. de 2010
Oh Holy Night 3
Continuando com a overdose de Oh Holy Night (corro o risco de depois dessa semana, ninguém suportar mais por um bom tempo ouvir Oh Holy Night - hehehehe), trago hoje mais 3 versões da canção: a primeira. que eu apreciei pela força da interpretação de Josh Groban, a melhor que eu já vi; a segunda, uma versão clássica lírica em norueguês, que também achei original e interessante, cantada por um dos membros do Oslo Gospel Choir (Coral Gospel de Oslo); e a terceira, uma versão "disco", bem dançante e bem ritmada da supracitada canção, que achei bom demais da conta rapaz. E uma vez mais, três doses de Oh Holy Night na veia (rsrsrsr).
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27 de dez. de 2010
Oh Holy Night 2
Agora que eu me decidi por essa overdose de Oh Holy Night nesta semana após o natal, começo hoje com a versão da música cantada por corais: dois corais juvenis e a magnifíca interpretação de Oh Holy Night pelo Mormon Tabernacle Choir (Coral do Tabernáculo Mórmon), de quem eu sou fanzaço, como já declarei abertamente aqui outras vezes (não, eu não sou mórmon, mas não podemos deixar de reconhecer a excelência das coisas independente de nossos partidarismos religiosos).
Primeiro, eu trago Oh Holy Night na voz do PS22, um coral dos alunos da 5ª série de uma escola pública em Staten Island, cidade de Nova Iorque. O coral já se apresentou com diversos artistas da música pop americana e em diversos programas da tv estadunidense e é uma excelente demonstração de como certas iniciativas podem fazer toda a diferença na vida das pessoas em qualquer época e qualquer idade, neste caso, na vida de crianças filhas de imigrantes da multi-hiper-poli-étnica Nova Iorque que devem sofrer alguns problemas com a integração político-cultural em um país novo com famílias vindas de culturas e tradições diferentes- como no caso da maioria dos alunos da 5ª série do PS22.
Em seguida, a versão sublime soft no estilo sacro gregoriano dos garotos do St. Philips Boys Choir, mais conhecidos como Libera, e já conhecidos pelos que acompanham este blog. E por último, mas não menos gratificante e de grande enlevo espiritual, a apresentação da supracitada canção pelo Coral do Tabernáculo Mórmon.
Em seguida, a versão sublime soft no estilo sacro gregoriano dos garotos do St. Philips Boys Choir, mais conhecidos como Libera, e já conhecidos pelos que acompanham este blog. E por último, mas não menos gratificante e de grande enlevo espiritual, a apresentação da supracitada canção pelo Coral do Tabernáculo Mórmon.
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26 de dez. de 2010
Oh Holy Night - Ó Noite Santa
"Oh Holy Night" (Ó Noite Santa) é um dos clássicos de natal mais lindos que já ouvi, senão o mais lindo, e geralmente ocupa o 1º lugar de preferência no coração de muita gente não só pela beleza da melodia, mais pela beleza da letra e profundidade com que celebra o nascimento do Messias, sendo um dos ícones da música sacra natalina mundo afora, principalmente nos Estados Unidos. A canção não alcança tanta popularidade na sua versão em português no Brasil, e aliás desconfio que seja bem pouco conhecida no Brasil, mas tem sido uma das mais interpretadas ano a ano nos Estados Unidos e países anglófonos por diversos cantores, cantoras, artistas, grupos e corais, sejam do mundo secular ou cristão. Particularmente, acho a versão da letra em inglês melhor que a versão em português, já que ambas são versões do original francês, Cantique de Noël (Canção de Natal), composta por Adolphe Adam. Particularmente tornou-se uma de minhas cançoes sacras prediletas, tanto por sua melodia quanto por sua letra, que nos convidam a reverenciar, celebrar e a glorificar ao Messias que despojou-se de sua glória nos céus para se tornar um de nós desde aquela primeira noite numa manjedoura em Belém. Incrível é a diversidade de versões que encontrei da canção: primeiro vem a versão clássica cantada por artistas pop como Mariah Carey, Celine Dion, Aretha Franklyn, Josh groban, Carrie Underwood, Nat King Cole e cantores e bandas gospel como Rebeca St. James, David Phelps, Hillsong, muitas vezes apresentada em uma versão bem gospel como a interpertada por Mariah Carey ou pelo Lousiana Gospel Choir; depois as versões de música de câmara ou de canto gregoriano como a cantada pelos garotos do Libera Boys Choir e King's College Choir, ou do concerto natalino da Catedral de Saint Paul, em Londres. Há versões para todos os gostos: gospel, clássica, rock, instrumental, dance, techno, soul, contemporânea, e assim por diante. Foi um desafio ouvir todas essas versões e escolher dentre as mais de 40 que ouvi (na realidade, como gosto muito de Oh Holy Night, ouvi todas as versões com uma certa curiosidade e prazer ao mesmo tempo) e escolher só algumas para postar aqui no blog. Por isso, vou fazer a tarefa por etapas. Decidi postar a cada dia até o fim do ano, duas ou três versões diferentes e deixar que vocês decidam a que mais gostaram de ouvir. Começo hoje com a interpretação do dueto feito por Mariah Carey e Michael Bolton, num estilo pop gospel com direito às notas agudas e vibrantes da voz talentosa de Mariah; seguida então pela versão do cantor gospel David Phelps, cujo enlevo espiritual de Oh Holy Night deixa sua plateia num estado de vibração indescritível, como vocês poderão constatar; e por fim, a versão gospel, mais informal, porém não menos bonita do Dublin Gospel Choir (Coral Gospel de Dublin).
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6 de mai. de 2010
O canto sublime de Bach
As árias de Bach (compositor alemão Johann Sebastian Bach) nas vozes do Libera Boys Choir.
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