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2 de nov. de 2012

Mais um natal se aproximando e o clima das músicas de natais tomam conta deste blog. Aliás, como as postagens neste blogs estão raras, a não ser em fim de ano, daqui a pouco este passará a ser um blog exclusivamente natalino (rsrsrs). Nos próximos vídeos, a execução de uma das músicas favoritas deste blog, o Carol of the Bells (Canção dos Sinos), canção clássica do natal no hemisfério norte. O primeiro vídeo é da Boston Pops Orchestra. O segundo, do magnífico Mormon Tarbenacle Choir. Não, não sou mórmon, sou um cristão protestante, mas, independente dos rótulos religiosos, sei reconhecer uma obra-prima quando a vejo. Que assim seja.

29 de set. de 2012

Nunca pare de lutar - Ludmila Ferber

Se você está na luta ou cansado da batalha, deixe que essa música fale ao seu coração.

26 de set. de 2012

Libera - O Holy Night

Mais do mesmo? Pode ser. Mas aboslutamente divino.


19 de mai. de 2012

Rebecca St James - You make everything beautiful

Uau! O primeiro post de 2012, em maio! A vida urge e o tempo corre. E a gente sem tempo para postar. Mas não queria deixar de postar aqui um vídeo com a canção "You make everything beautiful", da australiana Rebecca St. James, figura presente do pop e rock cristão contemporâneo. A música é uma clara referência a Eclesiastes 3: 11:  "Ele fez tudo apropriado a seu tempo. Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade; mesmo assim este não consegue compreender inteiramente o que Deus fez."  



22 de dez. de 2011

E ele se tornou um de nós

Aí pessoal. O natal está chegando mais uma vez. Época de pararmos para pensar no motivo do natal: a vinda do Salvador,  a chegada do Messias ao mundo. Espero de coração que você que está aí do outro lado compreenda de fato o que isto quer dizer. Jesus não foi apenas um homem de moral elevada. Ou um espírito iluminado, como afirmam alguns. Jesus é Deus encarnado, provando na pele a dor e a agonia do homem. É Deus entre nós, ou Deus conosco. Isso mostra que Deus se importou, não quis ficar lá de seu alto trono no céu apenas olhando as agruras que ocorrem na Terra e que afligem os filhos dos homens sem se comprometer conosco, sem sentir nossa dor, sem saber o que era passar o que nós passávamos. Ele se fez um de nós e por causa disso, a gente não pode mais dizer que Deus não se importa, que não compreende nossa dor ou não sabe as aflições por quais passamos. Deus foi mais além: através de Jesus, Ele pagou o preço de nosso resgate e, por conta disso, hoje somos livres: livres para amarmos, livres para vivermos em plenitude. Essa promessa de vida em plenitude não é uma ilusão. Eu a tenho experimentado e em nome de Jesus eu te convido para que você receba esse tipo de vida também. Amém.


14 de nov. de 2011

Gregorian - O milagre do amor

Gregorian é um grupo de vocais masculinos que fazem uma releitura do canto gregoriano, tipo clássico de música sacra da igreja cristã muito comum na idade média (Aliás, a gente já viu por aqui esse estilo musical nas vozes dos garotos do Libera Boys Choir, da Igreja Anglicana). A releitura que o Gregorian faz é a adaptação de músicas seculares (pop/rock/baladas românticas) dentro do estilo monódico (uníssono), sem predominância ou divisão de vozes (tenor, barítono, baixo), típica do canto gregoriano. Mais história sobre esse tipo de música sacra pode ser vista aqui. No vídeo a seguir, o grupo faz uma interpretação de arrepiar em estilo gregoriano do clássico do duo pop britânico que fez muito sucesso na década de 1980, o Eurythmics. A música é "Miracle of love" (o milagre do amor) e penso que vale a pena ser ouvida.

Não deixem de conferir também o site oficial do Gregorian: http://www.gregorian.de/

6 de nov. de 2011

2 de out. de 2011

Brooklyn Tabernacle Choir

Sequência de vídeos do do Brooklyn Tabernacle Choir.




31 de dez. de 2010

Feliz 2011

Encerrando a última postagem do ano, louvemos e agradeçamos a Deus por mais um ano que nos foi dado e conservemos diante do Senhor uma atitude de gratidão, tanto na prosperidade quanto na adversidade, pois o apóstolo Paulo já recomendava em I Tessalonicenses 5:18: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco". Na prosperidade, porque sabemos que todas as bênçãos vêm de Deus; na adversidade, porque sabemos que Deus pode tirar algo bom de algo mau - uma bênção a partir de algo que parece maldição (ver Neemias 13:2). Além disso, o mesmo apóstolo nos fala que "tudo colabora para o bem daqueles que amam a Deus" (Romanos 8:18). Não percamos de vista a perspectiva de que Deus  pode usar a nós, mesmo sendo vasos imperfeitos, para cumprir os seus propósitos  justos e misericordiosos neste mundo. E junto com seus propósitos, abençoar a nós e aqueles que estão ao nosso derredor. 

O vídeo para último dia do ano é Carol of the Bells (Canção dos Sinos), cuja história já foi postada um ano atrás e pode ser relembrada aqui. Trago primeiro a versão ao piano de George Winston, mais melódica e até melancólica, porém não menos interessante do que a versão mais vibrante e alegre do Brooklyn Tabernacle Choir (Coral do Tabernáculo do Brooklyn), também já postada aqui um ano atrás, mas a qual posto novamente por ser uma das melhores versões que encontrei de Carol of the Bells. A todos, um feliz 2011 repleto da presença do Senhor e de suas muitas bençãos. 



30 de dez. de 2010

Oh Holy Night 4

Encerrando a série de versões e interpretações de O Holy Night, trago hoje a versão gospel com um toque instrumental na segunda parte da música pelo Gospel Choir of Lousiana (Coral Gospel da Louisiana) ; a versão soul romântica de Al Green, de 1983; e enfim, o HillSong, aclamado banda/grupo cristão internacional dá um tom pop rock melódico à O Holy Night. Criei uma playlist com as 38 versões que eu consegui reunir no YouTube, incluindo as que postei esta semana, e que vocês podem acessar clicando aqui. 






28 de dez. de 2010

Oh Holy Night 3

Continuando com a overdose de Oh Holy Night (corro o risco de depois dessa semana, ninguém suportar mais por um bom tempo ouvir Oh Holy Night - hehehehe), trago hoje mais 3 versões da canção: a primeira. que eu apreciei pela força da interpretação de Josh Groban, a melhor que eu já vi;  a segunda, uma versão clássica lírica em norueguês, que também achei original e interessante, cantada por um dos membros do Oslo Gospel Choir (Coral Gospel de Oslo); e a terceira, uma versão "disco", bem dançante e bem ritmada da supracitada canção, que achei bom demais da conta rapaz.  E uma vez mais, três doses de Oh Holy Night na veia (rsrsrsr).


27 de dez. de 2010

Oh Holy Night 2

Agora que eu me decidi por essa overdose de Oh Holy Night nesta semana após o natal, começo hoje com a versão da música cantada por corais: dois corais juvenis e a magnifíca interpretação de Oh Holy Night pelo Mormon Tabernacle Choir (Coral do Tabernáculo Mórmon), de quem eu sou fanzaço, como já declarei abertamente aqui outras vezes (não, eu não sou mórmon, mas não podemos deixar de reconhecer a excelência das coisas independente de nossos partidarismos religiosos).

Primeiro, eu trago Oh Holy Night na voz do PS22, um coral dos alunos da 5ª série de uma escola pública em Staten Island, cidade de Nova Iorque. O coral já se apresentou com diversos artistas da música pop americana e em diversos programas da tv estadunidense e é uma excelente demonstração de como certas iniciativas podem fazer toda a diferença na vida  das pessoas em qualquer época e qualquer idade, neste caso, na vida de crianças filhas de imigrantes da multi-hiper-poli-étnica Nova Iorque  que devem sofrer alguns problemas com a integração político-cultural em um país novo com famílias vindas de culturas e tradições diferentes- como no caso da maioria dos alunos da 5ª série do PS22.

Em seguida, a versão sublime soft no estilo sacro gregoriano dos garotos do St. Philips Boys Choir, mais conhecidos como Libera, e já conhecidos pelos que acompanham este blog. E por último, mas não menos gratificante e de grande enlevo espiritual, a apresentação da supracitada canção pelo Coral do Tabernáculo Mórmon.